Não vim a ter à ideia de fazer um livro de poesias até recentemente, tendo em vista que algumas pessoas assim me aconselharam a fazer.
Sendo sincero - mais do que os autores geralmente são - noto que houve um grande progresso entre minhas primeiras poesias e as mais atuais, a ponto de as primeiras - talvez você leitos também note isso - não mereçam ser públicadas, mas como é interessante - até para mim mesmo - notar meu progresso com o tempo, pode ser que para você também o seja.
No começo - e até tempos recentes - meus poemas eram muito movidos por emoção - muito diretos - e não obedeciam a nenhum esquema de rimas ou mesmo estética tradicionais e, mais tarde, foram se tornando predominantemente sonetos italianos, forma que considero a mais perfeita e bela - não somente por causa de meus antepassados italianos.
Em minha ingenuidade atípica a este período contemporâneo em que vivemos, muitos de meus poemas são dedicados e inspirados em garotas pelas quais tive sentimentos e/ou ainda tenho. Para não expo-las aqui, não irei divulgar seus nomes, com excessão de uma, a qual dedico este livro, mais pelas lembranças do que qualquer outra coisa. Como disse Vladmir Puttin: "Aquele que não sente falta da União Soviética não tem coração, aquele que a quer de volta, não tem cérebro".
Alguns de meus poemas são em inglês, idioma muito mais fácil para comunicar-se, porém muito difícil de realmente se fazer entender, estes deixo nas mãos do leitor traduzir - até porquê -, para se realmente entender, tem-se que ler no idioma
O autor
Obrigado por visitar :)
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Momento Mori
Vendo-se o mundo em preto e branco
Aquilo pelo qual vale e não vale
Nos questionamos sentados no banco
Nossas vidas com o que se equivale?
Aquele amor qual nunca esquecemos
Aquela moça que aguarda no porto
O navio naufragado em qual partimos
Por tantos anos nós sonhamos, desfeito
A morte vem quando menos se espera
Não há modo de enfrentar esta fera
Para trás que deixamos nosso legado
Destacado, não sobra para o gado
Escorrendo em seus dedos, o presente
Sempre em frente, com teus sonhos em mente
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Grün
The clounds that surround our bright shy
Are slowly moving away, peolpe awake
Leeches are passing away in our victory
These chaind that hold us down are going to break
As those green eyes look pasionally at me
Ashamed with all that happen these days
Hiding away from me your ace spade
You keep us on the edge of both ways
That same sword that once guided us all
Is beeing used now to hold us down
Our ancestors serve us as inspiration now
Trying to ignore our past together
When we were much more happy and all went better
Erasing our culture, our legacy, children...
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Weiße Wolf
Este poema fiz baseado em um sonho que tive ontem, nele tocava a Lacrimosa do Mozart. In my mind the memories, of that perfect love you gave to me... Oh I remember...!
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Subindo as escuras, altas montanhas
Seu topo esta envolto em neblina
O lobo branco por lembranças sombrias
Correndo pelas florestas das doutrinas
O caminho é áspero, tortuoso
O frio enrijece-me, toma conta
O pelo branco em duvida é posto
Nem um passo para trás, sem essa cota
Chego em fim ao tão desejado topo
Aguardando-me em seu vestido branco
O lobo vai em direção, não mais oco
Sentindo em meu corpo este seu calor
Acabando-se assim toda longa dor
Lágrimas enchem e ofuscam meus olhos...
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Efermidade
Escuro como está o horizonte
Quando a luz parece nos abandonar
Não podemos permitir que essa peste
Levante-se sobre nós para nos levar
Exatamente nestes dias escuros
Quando nos encontramos mais que confusos
Que temos força para quebrar muros
Que nos oprime, nos deixa ociosos
O rumo ao qual te levam, não vá seguir
Em tua vida nunca deixe de prosseguir
Afinal, só você pode vir superar
O lobo branco que sobe as montanhas
Esta frio e ele sente dor, solidão...
Ao chegar ao topo, seu povo, compaixão
domingo, 17 de julho de 2011
Erro!
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Um ano se passou/One year have gone by
O site comemora um ano de existencia! Neste periodo fiz 41 poemas! Quando chegar em 50 tentarei publicar um livro de poesia, neste periodo consegui 2 900 acessos, obrigado a todos!
The site now have one year of existence! In this time I made 41 poems and got 2 900 visitors, thanks everyone!
The site now have one year of existence! In this time I made 41 poems and got 2 900 visitors, thanks everyone!
Meine liebe...
It is times like this at night
That again I find myself wandering
Can not stop thinking about you, why might?
Your way of beeing, that mystery feeling
Hear my ancestors's voices in they talk
What is my conscience if not they in me?
My heart beats softly for you in my walk
With you I find miself complete
I lose miself in your beautifull eyes
Wanted to confess to you my feelings
I was so confused with my thoughts...
Do not waste yourself with this conflicts
The most responsible I've ever saw...
I love you so much... What we can not redraw?
domingo, 10 de julho de 2011
Nunca iras mudar...
Enxergando nos outros aquilo que fez
Que eu queria negar mais não mais posso aguentar
O que mais poderia esperar?
Eras tão branca e pura como a neve
Mesmo assim viera a outros se entregar
Jamais poderá novamente guardar
Sua marca para sempre queimara
Naquele ardente perdestes você
Jamais poderás ocultar...
Que a nós sempre restara...
Amor, não adiantas negar!
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Ver refletida nesta superfície
Todas essas familiares ações
Pedir-me para que eu as diferencie
Seria negar todas as sensações
Aquilo que meus olhos negam ver
Tamanha deserção iria me despertar
Que minha mente viria tudo resolver
Aquele deixar levar junto ao teu lar
Diga-me neve queres me atormentar?
Você! Já te entregastes a outro ser
Derreter, aquilo que jamais vai poder
Teu lastro jamais conseguira apagar
Aquele conforto unido, sentimos
Ao destrui-lo, unidos... Nós mentimos.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Temporais

Algum tempo passou, pouca coisa mudou.
De volta aquilo que costumava ser.
Para onde que o destino a levou?
Pensando nisso chego ao amanhecer.
Antes pensava que estava apagado.
Agora novamente ao meu encontro?
Não mais chateado aquele meu lado...
Talvez, aquele nunca tenha terminado.
Isto, vagamente chamamos inverno.
Aquele conforto, que em ti encontro.
Me aquece, me enobrece... Eterno.
És aquela raridade que desejo.
Que meus sonhos, compartilho, a almejo.
Marchando novamente ao arrepender?
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