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domingo, 14 de abril de 2013

Motivação de Saída



Dos becos escuros que vem a escória
Que se escondem nas trevas de onde vem
De onde espalham a hipocrisia
Caluniando todos como lhes convém

Acreditam em tudo que vem da fala
Julgando sem ver ou saber, atacando
Enterrando a razão comum na vala
Devendo haver apenas o machado

Basta de cachorros loucos sustentados
Tomando o lugar daqueles saudáveis
Que são quem mantém nossas nações indomáveis

Muita gentileza tornou-se fraqueza
Invadiram, tomaram nossa fortaleza
A tal mentalidade dos conquistados

domingo, 17 de março de 2013

Il Padrino



Terceira vez que o circulo se fecha

Conhecimento adquirido traduz
Em um resgate da tão ousada flecha
A tal ponta que sabiamente se reduz

Ensinamentos e tradições passadas
Pelas veias de nosso ancestral sangue
Gerações eternamente preservadas
A linha que ainda tênue se segue

Juvenis continuamente desprovidos
Da sabedoria de nossos antigos
Não enxergam seus tão reluzentes brilhos

Nesta estadia pela curta vida
Nos diz muito permanecendo calada
Há quem saiba compreender teus ruídos.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Fronte Nacional


Enquanto caem as areias no vidro
Agitam-se, agitam-se em tempestade
Voltando-se na direção em que dobro
Triunfo da vontade, ainda que tarde

A lamina resplande em teu pescoço
Permanece na recusa ao abate
Não há glória em permanecer no poço
Pelo nosso povo não temo a morte

Não perco meu tempo com marionetes
Pois todos os fios estão concentrados
Sigamos a trajetória dos seus lastros

Na batalha da águia com a família
Nos manteremos sendo a terceira via
Fênix que ressurge dentre os doentes.

sábado, 29 de dezembro de 2012

Oposição



Solitária, porém de fortes raízes

É a árvore que introduzi ao solo
Expandindo em diferentes matizes
Trata-se de um indefinido ciclo

Estreitando as pontas da pirâmide
Sem negligenciar nenhum de seus pontos
Com paciência, nada me surpreende
Fechados encontram-se meus pensamentos

Pratico o respeitoso desapego
Capaz de os sentimentos enlouquecer
Experiências de quem merece morrer

Sendo iludidos por estas besteiras
Somente mais um saindo das esteiras
Agente inconsciente em emprego

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Olhando de cima


Nada me incomoda que falem de mim
O desprezo sempre foi a melhor arma
Vejo como afundam-se, rindo, sem fim
Cada dia um novo passo nesta dança

Mantenho-me subindo em espírito
Enquanto aproveito o que me trazem
Acendendo nos dignos o respeito
A vida das mais diversas formas de bem

Prazeres de hoje, são meros rascunhos
Da glória que ainda está por chegar
Enquanto a paixão me manda abraçar

Caminho tempestuoso do risco
Seguro, contigo me identifico
Aproximando assim nossos rostos

Boldness


I am tired of the great battle, Just won
I can’t get no satisfaction trough the end
Because we should persue
the enemy now on
The spirit of the Wolf in me is find

The weight of my shoulders become lighter
I start to run with my rifle in hand
The rest of my platoon runs much more slower
We are getting deeper in the enemy land

Leaving behind all that he can not carry
Still we keep in their track for us to fight
Going for their flank, Just as I tought

Nowhere left to run, what should they do?
They should choose an option of only two
Fixing our bayonets... You will be sorry

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Leveza


Mais leve sinto-me com sua presença
Prossegue lentamente mas constantemente
Meus pensamentos desta doce lembrança
Coração adormecido anteriormente

Aquela rosa que cresce em espinhos
Espinhos estes que tentam escondê-la
Mas falham em ocultar-te dos meus olhos
Que num instante viram como é bela

Introspectiva, porém ativa
Aguarda aquele amor verdadeiro
Dançando em um evento corriqueiro

Sentimentos alegres, bonitos e leves
São os pequenos momentos os mais nobres
Levantando-se em uma vida nova

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

O Confuso Esquecer




A tal memória me vem por um instante
Já havia sumido, por meses e meses
Tal fato que é deverás irritante
Apresentam situações diferentes

Oh lembrança de um passado nefasto!
Tentas fugir de tua câmara secreta?
Aquela segura do esquecimento
Que jamais devia ter sido aberta

Faz-se de morta e ataca o coveiro
Mesmo contra tua terrível vontade
Avanço com toda a velocidade

Arrebentou-se as correntes do Lobo
Sem olhar para traz fazendo-se de bobo
Mantenho-me correndo, meu passageiro

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Festival


Neste sol que castiga sem menor pena
Representamos as tradições passadas
Me chama atenção uma lituana
Tão linda, ao meio de outras amigas

Represento uma cultura mais ao leste
Que a aproximação nada impede
Tuas danças muito bem representaste
Isto posso dizer com sinceridade

Mais tarde ajudo o grupo na venda
O mesmo tu fez, querida, em tua tenda
Por horas, deixa mais suportável o vento

Apesar de longo, dia passa rápido
Próximo do fim, vou até ti sem medo
Registrando em foto, nosso momento

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Something to Belive In


Auto enganar-se faz necessário
O tal progresso parece utopia
Estão sendo condenados, nada sério
Continuam no mandato... Fantasia!

Neste teatro em que somos palhaços
Somos passivos e ativos igualmente
Cruzados, encontram-se os nossos braços
É a vanguarda que planta a semente

Por mais que o esquerdopatismo domine
Ainda vamos mudar este regime
Já atingimos o poço, resta subir

Devemos das cinzas assim ressurgir
Todos temos algo para acreditar
Nunca devemos deixar de acreditar