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segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Festival
Neste sol que castiga sem menor pena
Representamos as tradições passadas
Me chama atenção uma lituana
Tão linda, ao meio de outras amigas
Represento uma cultura mais ao leste
Que a aproximação nada impede
Tuas danças muito bem representaste
Isto posso dizer com sinceridade
Mais tarde ajudo o grupo na venda
O mesmo tu fez, querida, em tua tenda
Por horas, deixa mais suportável o vento
Apesar de longo, dia passa rápido
Próximo do fim, vou até ti sem medo
Registrando em foto, nosso momento
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Something to Belive In
Auto enganar-se faz necessário
O tal progresso parece utopia
Estão sendo condenados, nada sério
Continuam no mandato... Fantasia!
Neste teatro em que somos palhaços
Somos passivos e ativos igualmente
Cruzados, encontram-se os nossos braços
É a vanguarda que planta a semente
Por mais que o esquerdopatismo domine
Ainda vamos mudar este regime
Já atingimos o poço, resta subir
Devemos das cinzas assim ressurgir
Todos temos algo para acreditar
Nunca devemos deixar de acreditar
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Dando Asas ao Acaso
Posso sentir a aura que me envolve
Abrindo novas portas parcialmente
Derretendo tais sentimentos como neve
Sigo em frente nesta nova corrente
Em meio a vozes assim tão distintas
Desperta uma nova atividade
Que estava oculta, nas profundezas
Repousa em casa, com intimidade
Uma nova comunidade se abre
Receptiva, está grande família
Em teu seio vejo uma outra via
Seguindo estas duas graças amáveis
Quantidade de sentimentos notáveis
A vida prossegue e o tempo corre
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Encontro Misterioso
Posso ouvir o gotejar dessa chuva
Continuo e uniforme sobre mim
As gotas descem formando uma curva
Deslizam sobre meu rosto sem ver um fim
Ninguém parece perceber além de nós
Nesta neblina que nos envolve, densa
É triste pensar em tudo que perdemos
Ao fim do poço chegou, feliz imprensa
No calor de um abraço que lhe faço
Vem aquilo de mais puro lá de dentro
Sei que nunca reconheceu por inteiro...
Quando parece sumir vejo ressurgir
Aquele vento insistente a zunir
Deveria apenas apressar o passo?
sábado, 14 de julho de 2012
My Dear
As distant as I find myself from you now
I can still see you walking trough my mind
Time flows by as I wait for tommorow
Race that will challange this guilty wind
That made my loved one sick on her house
In this sea of steel that separate us both
I wish to tell you how much I love you, because
This time and distance makes me miss you so much
Sweet are those dreams were I met you
Where I can hear your voice, feel your heat
Softly and calm, only for you my heart beat
Please, my source of inspiration, rise
Rise and shine, show me that charming smile
Never acept that someone makes you blue
terça-feira, 26 de junho de 2012
Lemuria
Espalhadas por diversos trechos do mar
Encontram-se pequenas ilhas desertas
Grande continente vieram a formar
Que sobrevivem são meras testemunhas
Do grande dilúvio do qual se salvaram
Terra dos gigantes, brilhantes, atlantes
Dos quais enormes monumentos sobraram
Residem na Ilha de Páscoa, distantes
E em diversas outras partes do globo
Evidenciam as estátuas em série
A evolução de nossa espécie
Encontro na metade da Quinta Ronda
Pela bestialidade ameaçada
A grandiosa raça do branco lobo
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Esperando Pelo Inverno
Não muito longe me encontro de você
Algumas quadras de dia, não mais que isso
Que me impedem de ouvir sua voz doce
Em muitos momentos é nisso que penso
Durante muito tempo não conversamos
Até aquele dia na Festa Junina
Cada um rumou para os seus caminhos
Mas isso mudou de forma repentina
Vejo em teus olhos como é diferente
Nestes tempos modernos e caóticos
É que mostramos como somos únicos
Não pense que foi apagado no verão
O que por ti guardava em meu coração
Espero que dessa vez seja diferente
domingo, 10 de junho de 2012
Encarando os Medos
Diante de mim encontro outro mundo
O tempo e o espaço mudam no qual
Enfrento meus traumas do passado, mudo
Cheiro de queimado me parece normal
Perseguem-me na rua e corredores
São gerados pela minha consciência
Tão moldada e fincada pelas dores
Doei meu sangue por esta substância
Recebendo tal tratamento em troca
Eu penetro neste esquecido mundo
Carece de vida, permanece mudo
A simplicidade não encontra lugar
Por mais que peça perdão, não irei largar
Tal substância que forma uma poça
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Ragnarök
Há névoa, o dia encontra-se nublado
Mesmo sem chuva, ouço um forte raio
Aqui em Midgard tropas estão marchando
O amanhã pertence a nós, sem desvio
Tem dias que passo fome, em batalha
Em minha espada encontra-se sangue
Dos que lutam com a bandeira vermelha
O grandioso deus Avalon nos segue
Nosso Exército Branco se expande
Com o martelo de Thor a nossa frente
Realizamos em fim nosso levante
Contra os invasores de nossa terra
Onde a neve e o gelo impera
Enfim do sono desperta o gigante
domingo, 6 de maio de 2012
Baixa
Chegado o momento do nascimento
Tão aguardado, passado nove luas
Dão asas a um destino distinto
Surge um bebe de intenções escuras
Mostra-se solitária e perturbada
Nunca conheceu sua real geradora
Que em depressão se atirou na queda
Se tornaria uma mestra da mentira
No recanto de sua casa se escondia
Traia todos que chamava de amigos
Nenhum sobrou, todos decepcionados
Por um longo tempo me usou, me cegou
Tirei parte de ti, agora acabou
Sente-se tão inferior que mentia
Tão aguardado, passado nove luas
Dão asas a um destino distinto
Surge um bebe de intenções escuras
Mostra-se solitária e perturbada
Nunca conheceu sua real geradora
Que em depressão se atirou na queda
Se tornaria uma mestra da mentira
No recanto de sua casa se escondia
Traia todos que chamava de amigos
Nenhum sobrou, todos decepcionados
Por um longo tempo me usou, me cegou
Tirei parte de ti, agora acabou
Sente-se tão inferior que mentia
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