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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Who can Answer?


Again I find myself in the garden
The flowers are not the same anymore
Many birds come here to sing even
But that special one does not stay here more

We sang together, we lived together
Everything was fine but it went around
We have all grow, much changed for better
Now I want more than just a round

The pain has gone now get back at home
I want you so bad, come on don’t be sad
We shall meet again my friend, or it will be bad

After all you have not broke that wall
you still need to change some of that all
Or how can it not always finish the same?

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Soviéticos


Nesta grande e vasta terra que vivem
Depois de tantas promessas de melhora
Continuam largados e os oprimem
Muitos sumiram... Foram todos embora?

O regimento que me encontro, vazio
Os maiores todos foram, fazem falta
O medo cresce ao ver o comissário
Teremos nossa liberdade de volta?

Depois de ser forçado a entregá-los
Me sinto fraco, arrasado, pensando
Enquanto existir estarei amando

Aconteça o que for irei persistir
Por mais difícil que for, devemos seguir
Acabar com a resistência, sentimos

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Decisões ao Vento


Andando à cavalo pelas montanhas
Abaixo encontra-se tudo que passei
Sentindo o vento, reflito por horas
Este trás tristezas, que tanto ocultei

Decepções... Ouço vozes do passado
Nem sempre são ecos, tão pouco, reflexos
Este fardo carrego mesmo dormindo
Sei dos riscos em ambos esses caminhos

Retorno novamente ao meu caminho
Me indago, cavalgando lentamente
Devo esperar para marchar em frente

Tortuosa montanha pela qual passo
Desafio-te abertamente, não canso
Junto, sento-me e aprecio o vinho

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Welcome To the South


North flags go as the south winds flow
the foreigners came to take our land
The odds were low but we fought anyhow
For Dixie’s land we make our stand

And this war we fought until we all had fell
The snow fell covering our bodies
Our farms were all burned in our downfall
We still carry the fight by other sides

But today we face a new, worse threat
The reds are darking and destroying our folk
We dress ourselves bright and forward we walk

Singing songs about the Southland
As we wake up and shout our demands
We expel the invaders, we march with our best

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Sagrada Lusitana


Assim tão distantes como nós estamos
Separados pelo grande atlântico
Assim estiveram nossos antepassados
No presente, tal legado romântico

Levo a frente, sempre em ti pensando
A vejo no horizonte, atrás do véu
Navego com destino ao novo mundo
Sua antiga terra a chama, és o céu

Na linha de frente contra os nativos
Estão em maior numero, não deslizo
Tuas doces palavras as quais repriso

Em ti inspiro e recobro forças
A mais elegante de todas as moças
Aguardo o dia que segurarei tuas mãos

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

I Find You All



Neste local fechado que me encontro
Mal consigo respirar sem me indagar
Tamanha indecisão estou por dentro
As luzes de fora pretendem me cegar

Caminho para fora, procuro respostas
De volta ao teu encontro incerteza?
Aquela voz que me empurra as costas...
Passado, ainda vejo com clareza

Mais a frente, bem longe, no horizonte
Tu me encantas, amiga tão querida
Ainda irei encontrá-la, amada

Neste momento tu me é confortante
Ao cair da noite, junto dela, sonhos
Devo seguir aquilo diante meus olhos?

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Me ne frego



Vindo aqui neste velho local
De vê-las, ouvi-las, não consigo deixar
Estão aqui comigo, é tão informal
Aquela promessa não consigo quebrar

Tenho tantas opções como caminhos
A abandoná-la no limbo recuso
Não adiante verdadeiros sentimentos
Bandeira alta, mantenho orgulhoso

Este “pouco” tempo parece eterno
Com toda a brutalidade, mentiras
Aguardo na luta, mesmo que não queiras

Do alto do meu cavalo, sacrifico
Entrego-lhe a espada que dedico
Faz parte de ti, nosso fardo, sereno

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Once Upon a Time


Vestindo aquela antiga camisa
Tudo aquilo que já representou
Mais calma, é mais sincera, me avisa
Mesmo assim, diante fatos, protestou

Quanto tempo mais durar esta noite?
Não mais tenho medo do escuro frio
Um dia acordara em seu levante
Juntos, transporemos o sagrado rio

O lobo branco uiva para o luar
Pensando em seu passado doloroso
Do qual nada arrepende, orgulhoso

Lagrimas enchem seus olhos mas não passam
Em seus sonhos, nos quais ainda se encontram
Crente de que o momento ira chegar

sábado, 3 de setembro de 2011

Portugal,por que não Império?

Feito por Gustavo, posto aqui, a seu pedido.


Portugal coitado de ti, estas doente e és maltratado
Estas demasiado caído
De tuas grandes conquistas,de teu império a flor
Caiu com tudo,e com grande dor
Oh,Portugal,Sua república maldita
Seus dias sem fim
Só esperando,o fim
Por que então
o Império Não volta
e volta a Glória
que um dia a ganhou?

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Rudolf Heß



Born in the hot sands of the Middle East
The sunshine always burned your bright skin
When true fatherland asked, you came fast
You answered the call that brought you in

With your wings on the sky you finished all
Destroyed the enemies that harmed our land
Never could they match your true will
But they sold us and we could not defend

Back at the ground you met with destiny
In the speeches when the reds hitted
You never feared, always attacked

You came to they island seeking peace
You were arrested without justice
They suicide you, how could we belive?