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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Sagrada Lusitana


Assim tão distantes como nós estamos
Separados pelo grande atlântico
Assim estiveram nossos antepassados
No presente, tal legado romântico

Levo a frente, sempre em ti pensando
A vejo no horizonte, atrás do véu
Navego com destino ao novo mundo
Sua antiga terra a chama, és o céu

Na linha de frente contra os nativos
Estão em maior numero, não deslizo
Tuas doces palavras as quais repriso

Em ti inspiro e recobro forças
A mais elegante de todas as moças
Aguardo o dia que segurarei tuas mãos

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

I Find You All



Neste local fechado que me encontro
Mal consigo respirar sem me indagar
Tamanha indecisão estou por dentro
As luzes de fora pretendem me cegar

Caminho para fora, procuro respostas
De volta ao teu encontro incerteza?
Aquela voz que me empurra as costas...
Passado, ainda vejo com clareza

Mais a frente, bem longe, no horizonte
Tu me encantas, amiga tão querida
Ainda irei encontrá-la, amada

Neste momento tu me é confortante
Ao cair da noite, junto dela, sonhos
Devo seguir aquilo diante meus olhos?

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Me ne frego



Vindo aqui neste velho local
De vê-las, ouvi-las, não consigo deixar
Estão aqui comigo, é tão informal
Aquela promessa não consigo quebrar

Tenho tantas opções como caminhos
A abandoná-la no limbo recuso
Não adiante verdadeiros sentimentos
Bandeira alta, mantenho orgulhoso

Este “pouco” tempo parece eterno
Com toda a brutalidade, mentiras
Aguardo na luta, mesmo que não queiras

Do alto do meu cavalo, sacrifico
Entrego-lhe a espada que dedico
Faz parte de ti, nosso fardo, sereno

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Once Upon a Time


Vestindo aquela antiga camisa
Tudo aquilo que já representou
Mais calma, é mais sincera, me avisa
Mesmo assim, diante fatos, protestou

Quanto tempo mais durar esta noite?
Não mais tenho medo do escuro frio
Um dia acordara em seu levante
Juntos, transporemos o sagrado rio

O lobo branco uiva para o luar
Pensando em seu passado doloroso
Do qual nada arrepende, orgulhoso

Lagrimas enchem seus olhos mas não passam
Em seus sonhos, nos quais ainda se encontram
Crente de que o momento ira chegar

sábado, 3 de setembro de 2011

Portugal,por que não Império?

Feito por Gustavo, posto aqui, a seu pedido.


Portugal coitado de ti, estas doente e és maltratado
Estas demasiado caído
De tuas grandes conquistas,de teu império a flor
Caiu com tudo,e com grande dor
Oh,Portugal,Sua república maldita
Seus dias sem fim
Só esperando,o fim
Por que então
o Império Não volta
e volta a Glória
que um dia a ganhou?

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Rudolf Heß



Born in the hot sands of the Middle East
The sunshine always burned your bright skin
When true fatherland asked, you came fast
You answered the call that brought you in

With your wings on the sky you finished all
Destroyed the enemies that harmed our land
Never could they match your true will
But they sold us and we could not defend

Back at the ground you met with destiny
In the speeches when the reds hitted
You never feared, always attacked

You came to they island seeking peace
You were arrested without justice
They suicide you, how could we belive?

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Fertig

no prazo de menos de 14 meses, completei 51 poemas, o que da uma média de 3,64 poemas por mês... Tive 3,226 acessos neste meio tempo, meus poemas passaram por uma grande mudança - e melhora - agora junto dinheiro para de fato lançar o livro...

Vielleicht



Neste tal momento em que te aceito
Quantos encantos vejo lançar no luar
Somente o bem, carrego, com respeito
Meus feitos, desejos, somente a ganhar

Aquilo que almejo, idealizo
Em meus mais belos sonhos, nos quais a vejo
Aguardo ativo, outros realizo
Tal nobreza e beleza, que desejo

Ao mesmo tempo que perto, estás longe
O vento sopra, gelado demasiado
Perfeito assim, será realizado?

Logo me espantei com tamanho dizer
Seria apenas um mero parecer?
No topo do monte, descansa o monge

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Franco


Frio é o vazio que consome o dia
Vasculhando por restos do que sobrou
Vago aqui sem rumo, mas como queria...
Após aquele calor que nos envolveu

Tuas lindas igrejas que foram queimadas
O corpo que jaz no chão, sem mais emoção
Suas lojas e fazendas saqueadas
Pelas armas! Levantamos nosso brasão

Irmão combate irmão com fuzil na mão
Restauramos a ordem que foi tomada
Outras forças se juntavam a essa virada

Partimos em dois todos estes aliens
Que buscavam para si apenas vantagens
Nossa unidade acima da razão

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

O Porto


Perto de ti me sinto como culpado
Ousar sonhar assim tão grande, tão longe...
Respeita-la irei como ao meu lado
Todo meu amor, não importa de onde
Urubus enchem os céus, aguardando
Gente trabalha por todo o navio
Agora chegamos ao nosso destino
Longe de casa, mantenho o desvio