Obrigado por visitar :)

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Rudolf Heß



Born in the hot sands of the Middle East
The sunshine always burned your bright skin
When true fatherland asked, you came fast
You answered the call that brought you in

With your wings on the sky you finished all
Destroyed the enemies that harmed our land
Never could they match your true will
But they sold us and we could not defend

Back at the ground you met with destiny
In the speeches when the reds hitted
You never feared, always attacked

You came to they island seeking peace
You were arrested without justice
They suicide you, how could we belive?

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Fertig

no prazo de menos de 14 meses, completei 51 poemas, o que da uma média de 3,64 poemas por mês... Tive 3,226 acessos neste meio tempo, meus poemas passaram por uma grande mudança - e melhora - agora junto dinheiro para de fato lançar o livro...

Vielleicht



Neste tal momento em que te aceito
Quantos encantos vejo lançar no luar
Somente o bem, carrego, com respeito
Meus feitos, desejos, somente a ganhar

Aquilo que almejo, idealizo
Em meus mais belos sonhos, nos quais a vejo
Aguardo ativo, outros realizo
Tal nobreza e beleza, que desejo

Ao mesmo tempo que perto, estás longe
O vento sopra, gelado demasiado
Perfeito assim, será realizado?

Logo me espantei com tamanho dizer
Seria apenas um mero parecer?
No topo do monte, descansa o monge

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Franco


Frio é o vazio que consome o dia
Vasculhando por restos do que sobrou
Vago aqui sem rumo, mas como queria...
Após aquele calor que nos envolveu

Tuas lindas igrejas que foram queimadas
O corpo que jaz no chão, sem mais emoção
Suas lojas e fazendas saqueadas
Pelas armas! Levantamos nosso brasão

Irmão combate irmão com fuzil na mão
Restauramos a ordem que foi tomada
Outras forças se juntavam a essa virada

Partimos em dois todos estes aliens
Que buscavam para si apenas vantagens
Nossa unidade acima da razão

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

O Porto


Perto de ti me sinto como culpado
Ousar sonhar assim tão grande, tão longe...
Respeita-la irei como ao meu lado
Todo meu amor, não importa de onde
Urubus enchem os céus, aguardando
Gente trabalha por todo o navio
Agora chegamos ao nosso destino
Longe de casa, mantenho o desvio

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Those Who Stayed



From the green fields at the South
Our folk is united after long
To the beautiful mountain to the North
We have with us that past we carry along

Those hard times made people fled
Time has tasted us all, we stand tall
Economic depression divided our creed
This ships that bring us pain must stop at all

Refreshed, recharged, and guided, we changed
The youth shouted and hailed, we all wanted
With our hearts in hand we marched to Rome

In the snow who fell, freezing our advance
Our retreat was slow, the final defiance
It drops me tears to remember that time

Italia


Da cidade dos mármores ao vazio
Na recente união do nosso povo
Perdemos nosso lugar, patrimônio
Viemos tentar construir algo novo

Despedimo-nos na neve, que derrete
Dos montes Alpes, do mosteiro, receio
No porto deixamos família, presente
O navio que parte, sem rodeios

Chegando nessa terra desconhecida
Fomos levados interior a dentro
Trabalhamos todos os dias ao centro

Juntando nosso esforço, nós ganhamos
Nossas casa, com trabalho construímos
Saudade de nossa terra, tão querida..

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Aliens


Walking trough that crowded street
That strange feeling… It used to be ours
The aliens are everywhere to met
They strange forms, way of act and colors

The smoke fills, there are fire on the wheels
Where is that place I used to know?
The memories of my past are now ashes
Looking around downtown is a shadow

Am I now a stranger in my own land?
That can not continue, we must fight back
We can not back up now, not a step back!

We need to drive then out while we can
Together we got to stand up like a man!
Wake up my friend lay me your hand

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Liberto


É, acho que acabou para você ;)

------------------------------------

Preso no quintal está acorrentado
Firmes apesar de assim desgastadas
Esta cansado, pensando no passado
Mais uma vez passam-se as ventanias

Puxando-os gentilmente, com carinho
Sente a dor, a pressão, que o derruba
Algum dia encontrara seu caminho?
Não mais se conforma, faz valer sua juba

Poe fim a essas correntes, com seus dentes
Avança contra seu raptor, ferozmente
Este faz reconhecer seus erros, mente

Sente-se mais leve, avante prossegue
Aquilo que fere, mais tarde, consegue
Deixando para trás... Questões divergentes

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Response

O que eu já suspeitava se confirmou... Sou monitorado ainda hoje, bem, já que ambos sabemos que a chama não apagou e conversando com você ontem, fiz isso:


Vagando pela escuridão da caverna
Aos meus chamados, ouço apenas ecos
Neste escuro, não possuo uma lanterna
Pensamentos no relento, odiosos

De repente ao sair e encontrar a Luz
Pedras que vem ao meu encontro direto
O sangue escorre, coagula na cruz
Verdade, oculta-se como um gato

Passando pelos espinhos desta rosa
Vemos todas suas belezas, perfeita
De todas as falácias, tenho certeza

Que ainda vai chegar a nossa hora
Este medo de errar e se apressar
É medo da verdade: estás a amar