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sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Grün


The clounds that surround our bright shy
Are slowly moving away, peolpe awake
Leeches are passing away in our victory
These chaind that hold us down are going to break

As those green eyes look pasionally at me
Ashamed with all that happen these days
Hiding away from me your ace spade
You keep us on the edge of both ways

That same sword that once guided us all
Is beeing used now to hold us down
Our ancestors serve us as inspiration now

Trying to ignore our past together
When we were much more happy and all went better
Erasing our culture, our legacy, children...

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Weiße Wolf


Este poema fiz baseado em um sonho que tive ontem, nele tocava a Lacrimosa do Mozart. In my mind the memories, of that perfect love you gave to me... Oh I remember...!

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Subindo as escuras, altas montanhas
Seu topo esta envolto em neblina
O lobo branco por lembranças sombrias
Correndo pelas florestas das doutrinas

O caminho é áspero, tortuoso
O frio enrijece-me, toma conta
O pelo branco em duvida é posto
Nem um passo para trás, sem essa cota

Chego em fim ao tão desejado topo
Aguardando-me em seu vestido branco
O lobo vai em direção, não mais oco

Sentindo em meu corpo este seu calor
Acabando-se assim toda longa dor
Lágrimas enchem e ofuscam meus olhos...

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Efermidade


Escuro como está o horizonte
Quando a luz parece nos abandonar
Não podemos permitir que essa peste
Levante-se sobre nós para nos levar

Exatamente nestes dias escuros
Quando nos encontramos mais que confusos
Que temos força para quebrar muros
Que nos oprime, nos deixa ociosos

O rumo ao qual te levam, não vá seguir
Em tua vida nunca deixe de prosseguir
Afinal, só você pode vir superar

O lobo branco que sobe as montanhas
Esta frio e ele sente dor, solidão...
Ao chegar ao topo, seu povo, compaixão

domingo, 17 de julho de 2011

Erro!

Sem querer pus um artigo político meu aqui - que não é o local adequado -, quem quiser ve-lo: http://www.blogger.com/img/blank.gif

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Um ano se passou/One year have gone by

O site comemora um ano de existencia! Neste periodo fiz 41 poemas! Quando chegar em 50 tentarei publicar um livro de poesia, neste periodo consegui 2 900 acessos, obrigado a todos!

The site now have one year of existence! In this time I made 41 poems and got 2 900 visitors, thanks everyone!

Meine liebe...



It is times like this at night
That again I find myself wandering
Can not stop thinking about you, why might?
Your way of beeing, that mystery feeling

Hear my ancestors's voices in they talk
What is my conscience if not they in me?
My heart beats softly for you in my walk
With you I find miself complete

I lose miself in your beautifull eyes
Wanted to confess to you my feelings
I was so confused with my thoughts...

Do not waste yourself with this conflicts
The most responsible I've ever saw...
I love you so much... What we can not redraw?

domingo, 10 de julho de 2011

Nunca iras mudar...



Enxergando nos outros aquilo que fez
Que eu queria negar mais não mais posso aguentar
O que mais poderia esperar?
Eras tão branca e pura como a neve
Mesmo assim viera a outros se entregar
Jamais poderá novamente guardar
Sua marca para sempre queimara
Naquele ardente perdestes você
Jamais poderás ocultar...
Que a nós sempre restara...
Amor, não adiantas negar!

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Ver refletida nesta superfície
Todas essas familiares ações
Pedir-me para que eu as diferencie
Seria negar todas as sensações

Aquilo que meus olhos negam ver
Tamanha deserção iria me despertar
Que minha mente viria tudo resolver
Aquele deixar levar junto ao teu lar

Diga-me neve queres me atormentar?
Você! Já te entregastes a outro ser
Derreter, aquilo que jamais vai poder

Teu lastro jamais conseguira apagar
Aquele conforto unido, sentimos
Ao destrui-lo, unidos... Nós mentimos.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Temporais



Algum tempo passou, pouca coisa mudou.
De volta aquilo que costumava ser.
Para onde que o destino a levou?
Pensando nisso chego ao amanhecer.

Antes pensava que estava apagado.
Agora novamente ao meu encontro?
Não mais chateado aquele meu lado...
Talvez, aquele nunca tenha terminado.

Isto, vagamente chamamos inverno.
Aquele conforto, que em ti encontro.
Me aquece, me enobrece... Eterno.

És aquela raridade que desejo.
Que meus sonhos, compartilho, a almejo.
Marchando novamente ao arrepender?

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Antepassados



O tempo passa conflitante, constante
Olhando aquela foto, imagino
Aquele futuro ideal, distante
Sobre meus ombros pousa o destino

Comigo, a voz de meus antepassados
Mostrando o caminho se manifestam
As folhas caem sobre os solos ressecados
Os ponteiros movem-se, contínuos, marcham

Esperando por ninguém, sem favorecer
Não um mero idealizar, conhecer
Mesmo contra o interesse de todos

Desta vez permitira nosso florescer
Colocando de volta em minha estante
Continuara tal ponto, divergente?

sábado, 11 de junho de 2011

Nesse frio da noite me aquecem as memorias de um passado não tão distante... Não é saudade, é apenas aquela vontade de ouvir um eu te amo... Afinal, hoje é o dia.
Não vou me estender muito - até porque não há muito a ser dito - o que eu mais queria agora é um abraço, não estou triste, nem fraco, apenas penso com um pouco de receio no futuro.

“O amor põe em evidência as qualidades elevadas e ocultas daquele que ama – o que nele é raro, excepcional: assim fazendo, engana acerca daquilo que nele é a norma”
- Friedrich Nietzsche